LAGOA DO PIRIPIRI ÁRVORES NA LAGOA DO PIRIPIRI PONTAL


MATERIAL RETIRADO DA CALHA DA LAGOA DO PIRIPIRI- DEGRADAÇÃO AMBIENTAL
DERRUBADA DE ÁRVORES CENTENÁRIAS NO ALTO DA LAGOA DO PIRIPIRI


BIÓLOGO DA CONTRUTERRA, FÁBIO RIBEIRO GONDIM E O PROPRIETÁRIO DR. BONIFÁCIO OBSERVANO E MEDINDO ÁREA PARA A REPOSIÇÃO DA MATA CILIAR



VISITA À LAGOA DO PIRIPIRI POR FÁBIO, DR. BONIFÁCIO E ZÉ CASTOR


VIVIEIRO DE MUDAS DE PLANTAS NATIVAS/NATIVAS FRUTÍFERAS DA CONSTRUTERRA

A Empresa Construções e Terraplenagem Ltda - CONSTRUTERRA, já inicia contatos com proprietários rurais das margens esquerda e direita do Rio São Francisco e Carinhanha, para dar início a recuperação das suas matas ciliares. No canteiro de obras da empresa ( foto acima ), o Biólogo Fábio Ribeiro Gondim já dispõe de mais de 30.000 mil mudas das mais diversas variedades nativas e nativas frutíferas dos Biomas Cerrado e Mata de transição do Cerrado para a Caatinga, dentre as quais destacamos abaixo:
Jatobá, juá, pau-ferro, tamarindo, genipapo, canafístula, pajeú, ingá, embú, dentre outras.
Em contato permanente com a emprêsa e preocupado com o futuro das mudas a serem plantadas, o Diretor Executivo do Instituto Viva Cerrado José Castor, esteve juntamente com o Biólogo Fábio Ribeiro Gondim e o Dr. Carlos Alberto, Engenheiro responsável pela obra das cabeceiras da ponte um importante encontro nesta terça feira ( 23 ) com o Dr. José Bonifácio de Oliveira Lima, proprietário de uma boa parte de terras vizinha a obra e nos limites dos rios e lagoa do piripiri, no sentido de liberar as áreas nas margens para a plantação das mudas para a recomposição da mata ciliar, pois já muito reduzidas ao longo dos últimos anos, onde o assoreamento do rio é o mais visível dano ambiental. Como era de esperar-se o Dr. Bonifácio prontamante libera inicialmente uma área que vai da guarita da travessia das balsas do porto de Carinhanha, pela beira do rio abaixo por 250 metros e 116 metros para o centro, totalizando uma área de 29.000 m², podendo receber aproximadamente 1.200 árvores ( fotos acima ), e que este exemplo sirva para os demais proprietários.
Este projeto de recuperação das matas ciliares que ora é iniciada, tem a recomendação do DNIT, pois estes tipos de obras, produz imparctos ambientais e as emprêsas são obrigadas a minimizar os dano com ações de recomposição em áreas próximas.
O intuito da Ong Viva Cerrado em está participando, e convidando os produtores e emprêsa é para que haja um maior envolvimeto da sociedade civil, pois a CONSTRUTERRA produz as mudas , planta e depois vão embora, e as pantas tem que ser cuidadas e aí entram os produtores que querem ajudar o meio ambiente, a Ong e toda a sociedade e as autoridades, com o propósito único de dar continuidade no campo a uma boa condução das árvores colocadas nas áreas.
Estivemos ainda visitando o piripiri ( fotos acima ) e vimos que se faz necessário a recuperação de uma área que fora degradada dentro da lagoa, próximo a um braço do rio Carinhanha, por produtores de blocos e telhas cerâmicas, embora amontoaram muito barro mas foram impedidos de retirar esse material pelo proprietário na época ( fotos acima ), e em uma outra parte alta próxima à lagoa o dano foi provocado por sem-terras, derrubando aroeiras, jatobás e outras árvores seculares que protegem o solo e evitam assim a erosão ( fotos acima ).
Em contato permanente com a emprêsa e preocupado com o futuro das mudas a serem plantadas, o Diretor Executivo do Instituto Viva Cerrado José Castor, esteve juntamente com o Biólogo Fábio Ribeiro Gondim e o Dr. Carlos Alberto, Engenheiro responsável pela obra das cabeceiras da ponte um importante encontro nesta terça feira ( 23 ) com o Dr. José Bonifácio de Oliveira Lima, proprietário de uma boa parte de terras vizinha a obra e nos limites dos rios e lagoa do piripiri, no sentido de liberar as áreas nas margens para a plantação das mudas para a recomposição da mata ciliar, pois já muito reduzidas ao longo dos últimos anos, onde o assoreamento do rio é o mais visível dano ambiental. Como era de esperar-se o Dr. Bonifácio prontamante libera inicialmente uma área que vai da guarita da travessia das balsas do porto de Carinhanha, pela beira do rio abaixo por 250 metros e 116 metros para o centro, totalizando uma área de 29.000 m², podendo receber aproximadamente 1.200 árvores ( fotos acima ), e que este exemplo sirva para os demais proprietários.
Este projeto de recuperação das matas ciliares que ora é iniciada, tem a recomendação do DNIT, pois estes tipos de obras, produz imparctos ambientais e as emprêsas são obrigadas a minimizar os dano com ações de recomposição em áreas próximas.
O intuito da Ong Viva Cerrado em está participando, e convidando os produtores e emprêsa é para que haja um maior envolvimeto da sociedade civil, pois a CONSTRUTERRA produz as mudas , planta e depois vão embora, e as pantas tem que ser cuidadas e aí entram os produtores que querem ajudar o meio ambiente, a Ong e toda a sociedade e as autoridades, com o propósito único de dar continuidade no campo a uma boa condução das árvores colocadas nas áreas.
Estivemos ainda visitando o piripiri ( fotos acima ) e vimos que se faz necessário a recuperação de uma área que fora degradada dentro da lagoa, próximo a um braço do rio Carinhanha, por produtores de blocos e telhas cerâmicas, embora amontoaram muito barro mas foram impedidos de retirar esse material pelo proprietário na época ( fotos acima ), e em uma outra parte alta próxima à lagoa o dano foi provocado por sem-terras, derrubando aroeiras, jatobás e outras árvores seculares que protegem o solo e evitam assim a erosão ( fotos acima ).

4 comentários:
Parabéns pela iniciativa, é preciso destas parcerias para mostrar a sociedade civil da necessidade de participação de todos. Adorei a matéria!
Continue contribuindo e divulgando esse processo de reconstrução.
Thaline Campolina
Caro Castor:
Gostei do registro no site Vivacerrado da visita que fizemos à Lagoa do Peripiri. Contudo, entendo que deve ser esclarecido ao público que a derrubada de árvores centenárias, bem com a retira de barro não são atos da minha responsabilidade. Como se vê das fotos, tais atos foram praticados há muito tempo, quando eu ainda não era o proprietário das terras ribeirinhas. A derrubada de árvores centenárias fotografadas ocorreu quando aquelas terras foram invadidas por algumas famílias de Carinhanha, e antes, bem antes de adquiri-las. Tanto assim que, quando comprei ditas terras de Nilo Morais, tive que "indenizar" os invasores para não ser preciso expulsá-los à força como queira o ex-proprietário. É pena que ficou a degradação ambiental para ser reconstituída pela Natureza no decorrer dos anos.Não adquiri as terras nas quais se encontram a Lagoa do Piripi para degradá-las, mas para livrá-las da degradação, posto que, como bem sabemos, se elas ainda pertencessem a Nilo, que nunca se preocupou em protegê-las, cercando-as ou praticando atos possessórios, certamente, estariam totalmente degradadas. Eu concordei em reflorestar a margem do rio São Franciso, na área que me pertence, porque tenho compromisso com o meio ambiente ecologicamente equilibrado - este bem de uso comum do povo -, essencial à sadia qualidade de vida das gerações presentes e porvindouras, que cabe a todos nós defendê-lo e preservá-lo. Jamais terei a atitude irresponsável dos carvoeiros, que derrubam as matas para fazer carvão, cujos atos são praticados, muitas das vezes, com a autorização do IBAMA. Eles praticam, com uma só conduta, vários crimes contra a Natureza: a) destroem especies vegatais que, muitas das vezes, não mais se recuperam; b) extinguem-se várias espécies animais; c) lançam no ar tufos e mais tufos de famaça, que, além de causar doenças respiratórias, vão engrossar a camada de ezonio. Mas, infelizmente, para a minha decepção e tristeza - eu que escolhi o Direito Ambiental para defender a minha tese de doutorado num futuro próximo -, são degradam o meio ambiente e distroem à biota,compromentendo a sadia qualidade de vida de todos nós, que, em Carinhanha, são aplaudidas e veneradas.As árvores tremem quando elas se aproximam, choram quando recebem o golpe impiedoso de um motor-serra, caem sobre outras àrvores menores,são separadas em pequenos toros e conduzidas aos fornos para se transformarem em carvão...viram fumaça... adeus árvores! No seu lugar fica o solo ressequido, impenetrável, salinizado, assoreado, desértico...adeus solo! As espécies, que conseguem sobreviver à caça, migram-se... Pra onde, se a destruição das florestas é generalizada? Adeus espécies...Todas as espécies! Enquanto isto, a camada de ozonio vai-se engrossando e o efeito estufa acaba tomando conta do planta. O homem sofoca, agoniza, e, por fim, adeus homem! Era uma vez os homens que habitavam o planeta Terra, assim como foram os dinossauros... José Bonifácio
Caro Castor:
Gostei do registro no site Vivacerrado da visita que fizemos à Lagoa do Peripiri. Contudo, entendo que deve ser esclarecido ao público que a derrubada de árvores centenárias, bem com a retirada de barro não são atos da minha responsabilidade. Como se vê das fotos, tais atos foram praticados há muito tempo, quando eu ainda não era o proprietário das terras ribeirinhas. A derrubada de árvores centenárias, que foram fotografadas por acasião da nossa visita, ocorreu quando aquelas terras foram invadidas por algumas famílias de Carinhanha, e antes, bem antes de adquiri-las. Tanto assim que, quando comprei ditas terras de Nilo Morais, tive que "indenizar" os invasores para não ser preciso expulsá-los à força como queira o ex-proprietário. É pena que ficou a degradação ambiental para ser reconstituída pela Natureza no decorrer dos anos.Não adquiri as terras nas quais se encontram a Lagoa do Piripi para degradá-las, mas para livrá-las da degradação, posto que, como bem sabemos, se elas ainda pertencessem a Nilo, que nunca se preocupou em protegê-las, cercando-as ou praticando atos possessórios, certamente, estariam totalmente degradadas. Eu concordei em reflorestar a margem do rio São Franciso, na área que me pertence, porque tenho compromisso com o meio ambiente ecologicamente equilibrado - este bem de uso comum do povo -, essencial à sadia qualidade de vida das gerações presentes e porvindouras, que cabe a todos nós defendê-lo e preservá-lo. Jamais terei a atitude irresponsável dos carvoeiros, que derrubam as matas para fazer carvão, cujos atos são praticados, muitas das vezes, com a autorização do IBAMA. Eles praticam, com uma só conduta, vários crimes contra a Natureza: a) destroem especies vegatais que, muitas das vezes, não mais se recuperam; b) extinguem-se várias espécies animais; c) lançam no ar tufos e mais tufos de famaça, que, além de causar doenças respiratórias, vão engrossar a camada de ezonio. Mas, infelizmente, para a minha decepção e tristeza - eu que escolhi o Direito Ambiental para defender a minha tese de doutorado num futuro próximo -, vejo que são as pessoas mais influentes de Carinhanha, na atualidade, que degradam o meio ambiente e distroem à biota,compromentendo a sadia qualidade de vida de todos nós. Mas, não obstante, são essas pessoas que mais são aplaudidas e veneradas. As árvores tremem quando alguma delas se aproximam, choram quando recebem o golpe impiedoso de um motor-serra, caem sobre outras àrvores menores destruindua-as,são separadas em pequenos toros e conduzidas aos fornos para se transformarem em carvão...virarem fumaça... adeus árvores! No seu lugar fica o solo ressequido, impenetrável, salinizado, assoreado, desértico...adeus solo! As espécies, que conseguem sobreviver à caça, migram-se... Pra onde, se a destruição das florestas é generalizada? Adeus espécies...Todas as espécies! Enquanto isto, a camada de ozonio vai-se engrossando e o efeito estufa acaba tomando conta do planeta. O homem sofoca, agoniza, e, por fim, adeus homem! Era uma vez os homens que habitavam o planeta Terra, assim como foram os dinossauros... José Bonifácio
Meus diletos amigos Carinhannhense. Tudo na vida tem seu ciclo. Um dia um amigo me disse que não sabia o que estava fazendo em Carinhanha,com o meu saber jurídico, que para ele é admirável, mas que para mim não passa de um passo experimental e tênue. Disse-lhe, em resposta, que o povo de Carinhanha precisava de mim, para libertá-lo da opressão dos caudilhos. Agora, como tudo tem seu tempo, sinto que o povo encontrou a liberdade procurada, não está mais opresso, não precisando dos meus trabalhos jurídicos para defendê-los. Eu quero agradecer a todos que me confiaram as suas causas, e pedir desculpas pelas as que não pude resolver. Não preciso de elogios, porque tudo que fiz, até hoje, foi por amor à liberdade. Não suportava ver o direito de quem quer que seja violado, principalmente pelo Poder Publico. Um direito violado não atinge tão-só à vituma, atinge a todos nós porque a violência ao direito, se não for repelida prontamente, acaba servindo de parâmetros para a prática de futuras violências em casos semelhantes. Desculpa-me a quem se submeteu à minha renitência jurídica na defesa dos opressos. Fi-lo para o bem-estar da vítima e de seu opressor e, porque não dizer, por todos nós. Quero agora,se Deus o permitir, selecionar a minha advocacia, reduzindo-a ao extremo, para dar melhor qualidade aos meus clientes. Quero realizar, doravante, uma advocacia especializada, sem a preocupação de estar me deslocando, com frequencia, para comarcas e comarcas para cumprir o meu ofício. Eu agradeço mais uma vez o povo de Carinhanha, pelas causas que me confiaram, todas, sem dúvidas, as mais intrincadas e difíceis. Se não ganhei todas, pelos menos em mais de 90% obtive êxito. As causas que ainda não lograram fim, pretendo conduzi-las até que a parte que me constituiu procure outro advogado. Meu obrigado e meu abraço a todos.
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